Sob a direção de Marcelo Gallardo, a Seleção Equatoriana apresentou evolução em campo, mas acabou superada pelo Japão nos pênaltis por 5 a 4, após empate sem gols no tempo regulamentar. O amistoso ocorreu nesta quinta-feira (1º/10), em Yokohama, marcando o segundo compromisso do comandante argentino à frente da equipe nacional.
A partida contou com atletas de clubes brasileiros entre os titulares. O atacante Arroyo, vinculado ao Cruzeiro, e o polivalente Alan Franco, do Atlético, começaram a partida jogando. Alan Franco foi escalado inicialmente na lateral direita, saindo no intervalo para a entrada de Félix Torres. Já Arroyo permaneceu em campo até os 22 minutos da etapa complementar, momento em que foi substituído por Juan Riquelme Angulo.
Crítico do desempenho anterior na derrota por 3 a 0 para a Coreia do Sul, Gallardo optou por deixar o atleticano Ángelo Preciado no banco de reservas, sem utilizá-lo. Outro representante do Atlético, Alan Minda entrou em campo nos instantes finais do confronto.
Para este duelo, Gallardo implementou o esquema 4-4-2, deixando de lado a utilização de um centroavante fixo e passando a receber cerca de R$ 1,5 milhão mensais. O Equador demonstrou maior consistência defensiva e priorizou a posse de bola, embora tenha finalizado apenas uma vez no alvo adversário. Apesar da baixa produtividade ofensiva, o rendimento coletivo superou o visto no revés anterior para os sul-coreanos.
No ciclo da Copa do Mundo anterior, o Equador avançou até a segunda fase, sendo eliminado pelo México com um revés por 2 a 0 no Estádio Azteca, situado na Cidade do México. Após o torneio, a Federação Equatoriana de Futebol (FEF) optou por não renovar com o técnico Sebastián Beccacece.
Agora, o principal objetivo estabelecido para Marcelo Gallardo é conduzir a Seleção Equatoriana rumo à classificação para a Copa do Mundo de 2030.
