A campanha do Atlético na Copa do Brasil de 2026 foi marcada por emoção e decisões nos minutos finais. Para chegar à semifinal, o time comandado por Eduardo Domínguez precisou superar Ceará, Juventude e Cruzeiro em confrontos que exigiram poder de reação, persistência e resistência nos momentos de maior pressão.
A primeira classificação dramática aconteceu contra o Ceará, na quinta fase. Depois de vencer por 2 a 1 na Arena MRV, o Atlético perdeu Mamady Cissé, expulso logo aos três minutos da partida de volta, no Castelão. Com um jogador a menos, a equipe sofreu dois gols e ficou perto da eliminação, mas Kauã Pascini marcou nos acréscimos e levou a decisão para os pênaltis. Nas cobranças, Éverson defendeu duas batidas e ainda converteu a última, garantindo a vitória por 4 a 2.
Nas oitavas de final, o adversário foi o Juventude. Após empate sem gols em Belo Horizonte, o Galo precisava vencer em Caxias do Sul para avançar diretamente. Quando a partida caminhava para os pênaltis, Alan Minda apareceu aos 49 minutos do segundo tempo e marcou o gol da vitória por 1 a 0, após jogada iniciada por Lyanco. Mais uma vez, a classificação veio praticamente no último lance.
O confronto mais marcante até aqui foi diante do Cruzeiro, nas quartas de final. Depois do empate por 1 a 1 no Mineirão, a vaga foi decidida na Arena MRV. A Raposa saiu na frente, mas o Atlético reagiu na etapa final: Victor Hugo empatou aos 32 minutos e Fred marcou o gol da virada aos 43, garantindo o triunfo por 2 a 1 e a presença entre os quatro semifinalistas.
Agora, o desafio é contra o Grêmio. O primeiro jogo está marcado para este domingo (1º), às 18h30, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. A partida de volta será no sábado (7), às 18h, na Arena MRV. Depois de três classificações conquistadas em cenários de pressão, o Atlético tenta transformar a experiência acumulada no mata-mata em mais um passo rumo à decisão.




