O Atlético despertou o interesse de empresas interessadas em adquirir os direitos de nomenclatura da Arena MRV. Atualmente, a exploração comercial do nome pertence à construtora MRV, da família Menin, principal acionista da SAF do clube, detentora de 83,5% da holding controladora.
Conforme apuração do jornalista e colunista Jorge Nicola, a diretoria alvinegra enxerga tratativas futuras como uma alternativa viável para elevar o faturamento e amortizar os débitos referentes à construção do estádio, inaugurado em 2023. Do financiamento inicial de R$ 500 milhões obtido para a execução das obras, ainda restam aproximadamente R$ 200 milhões em aberto.
Expectativa de valorização financeira
Atualmente, o acordo vigente com a MRV rende cerca de R$ 7,5 milhões anuais aos cofres do Galo. A pretensão da instituição é alcançar cifras entre R$ 20 milhões e R$ 25 milhões por ano com um eventual novo contrato.
No cenário atual dos clubes privados da Série A do Campeonato Brasileiro, os rendimentos da Arena MRV com naming rights figuram abaixo de concorrentes como a Ligga Arena do Athletico-PR (R$ 13 milhões), a Neo Química Arena do Corinthians (R$ 15 milhões), a Vila Viva a Sorte do Santos (R$ 15 milhões) e o Morumbis do São Paulo (R$ 25 milhões).
Impacto no ranking nacional
Caso concretize um pacto dentro da meta financeira estipulada, o estádio atleticano saltará para a segunda posição no ranking dos maiores contratos de naming rights do futebol nacional.
Atualmente, a liderança absoluta pertence ao Palmeiras, que fatura cerca de R$ 50 milhões anuais pela cessão do nome de sua arena, rebatizada comercialmente como Nubank Parque.
