O Vasco enfrentou mais um obstáculo na tentativa de mandar a partida contra o Boca Juniors-ARG, marcada para o dia 20 de outubro, no estádio do Maracanã. A gestão responsável pelo local, formada pelo Consórcio Fla-Flu, rejeitou novamente o pedido do clube carioca, justificando a decisão com base nas condições do gramado.
Alternativas e impasses estruturais
Diante da recusa, a diretoria cruzmaltina passou a negociar diretamente com a Conmebol e com o clube argentino para realizar o confronto em São Januário, implementando melhorias pontuais que não alterassem a estrutura do estádio. Contudo, existe a expectativa de que o local seja vetado pela entidade sul-americana por não atingir a capacidade mínima de 30 mil torcedores e não atender às exigências de espaço para a torcida visitante.
Com o veto provável a São Januário e a negativa do Maracanã, o Estádio Nilton Santos surgiu como a principal alternativa na capital fluminense. O Botafogo, administrador do local, já sinalizou positivamente para a realização da partida. No entanto, o Boca Juniors resiste à ideia, pois a equipe argentina se opõe a jogar em gramado sintético.
Conversas e posicionamento da diretoria
Para contornar o cenário, o presidente Pedrinho mantém diálogo direto com Juan Román Riquelme, mandatário do clube argentino, na busca por um consenso. O dirigente vascaíno também criticou a falta de retorno do consórcio administtrador do Maracanã e questionou as restrições de segurança impostas ao estádio de São Januário para partidas de grande porte, comparando-as a outros eventos de massa realizados na cidade.


