Passados pouco mais de três meses desde o anúncio de sua contratação pelo Ravenna, o meia Ronaldinho ainda não possui uma data cravada para realizar sua primeira partida oficial pela equipe italiana. O ex-jogador do Atlético cumpre uma rotina diferenciada em relação ao restante do grupo, aguardando o momento apropriado para retornar aos gramados.
Conforme informações veiculadas pelo periódico italiano Fanpage, o atleta tem dividido suas obrigações com o clube da Itália e uma agenda de viagens previamente marcada antes do acordo. Embora tenha comparecido ao país durante a apresentação oficial, o craque se ausentou logo na sequência.
Enquanto isso, a preparação ocorre de maneira individualizada, sem participação regular nos treinamentos junto aos demais jogadores. A expectativa é que o brasileiro venha a atuar em pelo menos um confronto oficial pelo campeonato local, embora permaneçam incertas a data exata e a minutagem que terá em campo.
Apesar da ausência de minutos jogados, a chegada do ex-meia ao Ravenna gerou resultados expressivos nos bastidores. A repercussão da contratação elevou o patamar midiático da instituição, atraindo um público de âmbito internacional e alavancando o número de seguidores nas plataformas digitais.
No Instagram, por exemplo, o perfil oficial saltou de 23 mil para 135 mil seguidores no período de três meses. Além do alcance digital, o planejamento estratégico prevê discussões sobre uma sociedade futura, abrindo a possibilidade de o brasileiro integrar o quadro de acionistas da equipe italiana.
Revelado pelas categorias de base do Grêmio, Ronaldinho construiu passagens marcantes pelo futebol europeu, vestindo as camisas de Paris Saint-Germain, Barcelona e Milan. No Brasil, defendeu o Flamengo antes de ser contratado pelo Atlético em 2012, em operação conduzida pelo presidente Alexandre Kalil.
Vestindo a camisa alvinegra até julho de 2014, faturou títulos importantes como o Campeonato Mineiro (2012 e 2013), a Copa Libertadores (2013) e a Recopa Sul-Americana (2014). Posteriormente, atuou por Querétaro e Fluminense. Com a Seleção Brasileira, sagrou-se campeão da Copa América (1999), da Copa do Mundo (2002) e da Copa das Confederações (2005).


