O Nubank Parque voltou a ser palco de uma classificação marcante do Palmeiras na Libertadores. Ao eliminar o Fluminense nos pênaltis, na última quarta-feira (21), o time comandado por Abel Ferreira chegou a 16 classificações em 21 confrontos eliminatórios da competição disputados no estádio sob o comando do treinador português.
O retrospecto na arena ajuda a explicar a importância do estádio na trajetória recente do clube. Em jogos de Libertadores como mandante no local, o Palmeiras soma 38 vitórias, 12 empates e seis derrotas, com 135 gols marcados e 34 sofridos. A equipe também disputou sete semifinais no estádio e conseguiu avançar à decisão em quatro ocasiões.
A vaga na final de 2026 veio após uma partida difícil contra o Fluminense. Depois de vencer por 2 a 1 no jogo de ida, no Maracanã, o Palmeiras perdeu por 1 a 0 em casa, com gol de Hércules no segundo tempo. A igualdade no placar agregado levou a disputa para os pênaltis, quando o goleiro Carlos Miguel defendeu a cobrança de Nonato e Marlon Freitas converteu a penalidade decisiva na vitória por 5 a 3.
A arena também foi cenário de uma das viradas mais expressivas da história recente do clube na competição. Em 2025, o Palmeiras reverteu uma desvantagem de três gols diante da LDU, do Equador, ao vencer por 4 a 0 em casa e avançar à final. O estádio ainda recebeu a goleada por 8 a 1 sobre o Independiente Petrolero, da Bolívia, em 2022, a maior vitória do Verdão como mandante na história da Libertadores.
A força em casa acompanha uma fase de protagonismo continental. Com a classificação sobre o Fluminense, o Palmeiras chegou à sua oitava final de Libertadores e à quarta decisão nas últimas sete edições sob o comando de Abel Ferreira. O clube agora enfrentará o Estudiantes, da Argentina, na final marcada para 28 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu, em busca do quarto título continental.
