A cidade de São José, em Santa Catarina, será palco da disputa pelo primeiro troféu nacional da temporada 2026/27 do vôlei brasileiro. Nesta sexta-feira (23), às 21h, a Arena Multiuso receberá o confronto entre Sada Cruzeiro e Vôlei Renata Campinas pela final da Supercopa Masculina 2026, reunindo na mesma partida o atual campeão da Superliga e o vencedor da Copa Brasil.
O histórico recente entre as equipes aponta grande equilibrio. Nos últimos dois anos, os clubes mediram forças em quatro decisões, com duas conquistas para cada lado. Enquanto a Raposa triunfou nas finais da Superliga 2024/25 e 2025/26, o time paulista faturou os troféus do Sul-Americano de Clubes e da Copa Brasil de 2026. Diante desse cenário, o central Lucão prevê um confronto duríssimo contra o adversário.
“Sabemos que vai ser um jogo difícil, complicado. O Campinas é a equipe que mais tem dado trabalho para a gente nos últimos dois anos, pelo menos. Vamos com tudo para dentro de quadra para tentar trazer esse primeiro título para o Sada Cruzeiro”
Maior vencedor da história do torneio, o Sada Cruzeiro busca o seu oitavo título na competição, tendo levantado a taça anteriormente em 2015, 2016, 2017, 2021, 2022, 2024 e 2025. Para a nova jornada, a diretoria celeste manteve a base do plantel campeão e incorporou novidades de peso, como o retorno do ponteiro Leal e a chegada do jovem atleta argentino Manuel Armoa.
Do outro lado da quadra, o Vôlei Renata Campinas almeja levantar a Supercopa pela primeira vez. Sob o comando do técnico Horacio Dileo, a equipe paulista se reforçou com o ponteiro Douglas Souza — que vestia a camisa cruzeirense na temporada passada — e com o experiente central Éder, de 42 anos. O grupo também preservou pilares importantes, como o central Pinta, o oposto Bruno Lima e o levantador Bruninho.
“O Campinas mudou bastante. Teve peças importantes que saíram, mas conseguiu fazer boas substituições. O próprio Douglas, que estava aqui, foi para lá. Então, o time acaba ficando muito parecido com o que era antes. Só que essa troca de jogadores sempre exige um tempo maior para o entrosamento, e isso não aconteceu com a gente neste ano. Conseguimos manter praticamente toda a base e esperamos começar o ano com o pé direito.”


