A Justiça de São Paulo deu prazo de dez dias para o Palmeiras apresentar os contratos referentes à venda do atacante Allan ao Manchester City, da Inglaterra. A negociação foi fechada por 40 milhões de euros, cerca de R$ 240 milhões, considerando os valores fixos e variáveis.
A decisão foi proferida na última sexta-feira (16), pela juíza Marcella Leal Restum, da 5ª Vara Cível. Embora não seja réu no processo, o Palmeiras foi incluído na ação por ter a obrigação contratual de repassar ao Figueirense 10% do valor total da transferência.
A informação foi divulgada inicialmente pelo UOL e confirmada pelo Lance!. Procurado, o Palmeiras afirmou que não está preocupado com a solicitação e que vai colaborar com as determinações da Justiça.
A decisão determina que o clube apresente a íntegra dos documentos relacionados à transferência, incluindo anexos e eventuais aditivos que detalhem as condições de pagamento dos valores referentes à negociação do jogador Allan Andrade Elias.
O processo foi movido pela M&F Investimentos e Participações S/A contra o Figueirense, clube que detinha parte dos direitos econômicos do atleta. Além dos 10% previstos sobre a venda, o time catarinense tinha direito a uma bonificação de R$ 750 mil em caso de transferência do jogador.
Allan foi revelado pelas categorias de base do Palmeiras antes de se transferir para o Manchester City. A negociação com o clube inglês foi concluída em 2026.
