A atuação da arbitragem no confronto entre Flamengo e Estudiantes gerou fortes reclamações por parte de jogadores e comissão técnica do clube carioca. Após a partida, atletas e o técnico Leonardo Jardim criticaram a falta de critério na condução do duelo, apontando excesso de contatos físicos e lances polêmicos não penalizados.
Entre as jogadas contestadas pelos rubro-negros estão um puxão sofrido por Lucas Paquetá e um possível pênalti não marcado em cima de Samuel Lino. O lateral Alex Sandro apontou que a postura da arbitragem mudou ao longo do confronto, especialmente na etapa complementar, beneficiando o estilo do time argentino.
Na mesma linha, o zagueiro Léo Ortiz destacou a dificuldade em compreender o padrão adotado pelo árbitro, que oscilou entre deixar o jogo correr solto e interromper mais vezes as jogadas. Apesar das críticas ao excesso de combatividade do adversário em seus domínios, o defensor avaliou o resultado como positivo para a equipe brasileira.
O treinador Leonardo Jardim fez avaliações duras sobre a intensidade física do rival, afirmando que o excesso de agarramentos e faltas não punidas prejudicou a proposta de jogo baseada na posse de bola do Flamengo. O comandante português também externou a expectativa de um rigor maior no duelo de volta.
Do outro lado, o Estudiantes também manifestou insatisfação com a condução da partida. O técnico Alexander Medina argumentou que o adversário cometeu diversas faltas táticas e que faltaram cartões amarelos para punir as divididas ríspidas dos visitantes.
O finalista da Libertadores será definido na próxima quinta-feira, no Maracanã, onde Flamengo e Estudiantes voltam a se medir forças. Um novo empate leva a decisão para a disputa por pênaltis. Na outra chave da competição, o Palmeiras larga em vantagem após superar o Fluminense por 2 a 1 no jogo de ida.


