O cenário político do São Paulo vive um momento de intensa movimentação nos bastidores com a proximidade da eleição presidencial que definirá a gestão do clube para o próximo triênio. Conforme apuração divulgada pelo GE, atât a situação quanto a oposição intensificaram os entendimentos internos para a formação das chapas concorrentes.
O cronograma eleitoral estabelece que o registro oficial das candidaturas ocorrerá somente após a definição de 100 novos conselheiros, pleito marcado para a segunda quinzena de novembro. Antes disso, os grupos políticos precisam cumprir o prazo limite de 15 de outubro para a formatação das chapas. A votação definitiva para a presidência está programada para a primeira quinzena de dezembro, ainda sem dia exato definido.
Movimentações e nomes cotados na situação
No grupo situacionista, Adilson Alves Martins surge como o principal nome debatido internamente. O empresário e conselheiro é apontado como a figura mais forte entre as lideranças da base aliada, embora ainda avalie o cenário político antes de confirmar se aceitará encabeçar a candidatura.
A indefinição momentânea evidencia a cautela da situação em relação aos passos seguintes. O plano do grupo é aguardar a renovação parcial do Conselho Deliberativo em novembro para oficializar a chapa que buscará dar continuidade ao projeto executivo em curso no clube.
A estratégia e a chapa definida pela oposição
Em contrapartida, a ala oposicionista já estruturou sua composição para a disputa. A coalizão formada pelos grupos Força São Paulo, Novo São Paulo e Salve o Tricolor Paulista definiu Marcelo Portugal Gouvêa como o candidato principal ao cargo máximo do executivo.
A chapa da oposição contará com Eduardo Alfano no posto de candidato a vice-presidente. Além disso, o planejamento do bloco estabelece que Fábio Mariz dispute diretamente a presidência do Conselho Deliberativo, configurando uma chapa ampla na tentativa de alterar os rumos administrativos da instituição.


