O Campeonato Brasileiro de 2026 alcançou a marca de 17 demissões de treinadores após a realização de 27 rodadas. A alteração mais recente no comando técnico ocorreu com a saída de Léo Condé do Remo, confirmada após o revés por 2 a 1 diante do Bahia.
Com esse índice, o torneio nacional registra, em média, uma troca de comando a cada duas rodadas. Entre os 20 participantes da Série A, 12 agremiações já promoveram pelo menos uma alteração em suas comissões técnicas ao longo da disputa.
Instabilidade afeta diferentes objetivos
A dança das cadeiras atingiu tanto equipes situadas na parte superior quanto aquelas que lutam na zona inferior da tabela de classificação. A busca por reações imediatas e o cumprimento de metas esportivas impulsionaram os clubes a recorrerem repetidamente à troca de comandantes.
O Remo, por exemplo, experimentou sua segunda modificação na área técnica durante a competição. Antes de Léo Condé, a equipe paraense já havia contado com Juan Carlos Osorio no cargo. Dinâmica semelhante foi repetida por outras agremiações que efetuaram mais de uma alteração.
Lista extensa de desligamentos
O grupo de profissionais que perderam seus postos na atual edição inclui nomes de ampla trajetória no cenário nacional e internacional. A relação de desligamentos abrange:
• Jorge Sampaoli (Atlético)
• Fernando Diniz (Vasco)
• Juan Carlos Osorio (Remo)
• Filipe Luís (Flamengo)
• Hernán Crespo (São Paulo)
• Tite (Cruzeiro)
• Juan Pablo Vojvoda (Santos)
• Martín Anselmi (Botafogo)
• Gilmar Dal Pozzo (Chapecoense)
• Dorival Júnior (Corinthians)
• Roger Machado (São Paulo)
• Fábio Matias (Chapecoense)
• Renato Gaúcho (Vasco)
• Luis Zubeldía (Fluminense)
• Franclim Carvalho (Botafogo)
• Luis Castro (Grêmio)
• Léo Condé (Remo)
